sábado, 29 de março de 2008

Dragão (cont.)



Origem dos mitos:
Muito se discute a respeito do que poderia ter dado origem aos mitos sobre dragões em diversos lugares do mundo. Em geral, acredita-se que possam ter surgido da observação pelos povos antigos de fósseis de dinossauros e outras grandes criaturas, como baleias, crocodilos ou rinocerontes, tomados por eles como ossos de dragões.
Por terem formas relativamente grande, geralmente, é comum que estas criaturas apareçam como adversários mitológicos de heróis lendários ou deuses em grandes épicos que eram contados pelos povos antigos, mas esta não é a situação em todos os mitos onde estão presentes. É comum também que sejam responsáveis por diversas tarefas míticas, como a sustentação do mundo ou o controle de fenômenos climáticos. Em qualquer forma, e em qualquer papel mítico, no entanto, os dragões estão presentes em milhares de culturas ao redor do mundo.
As mais antigas representações mitológicas de criaturas consideradas como dragões são datadas de aproximadamente 40.000 a. C., em pinturas rupestres de aborígines pré-históricos na Austrália. Pelo que se sabe a respeito, comparando com mitos semelhantes de povos mais contemporâneos, já que não há registro escrito a respeito, tais dragões provavelmente eram reverenciados como deuses, responsáveis pela criação do mundo, e eram vistos de forma positiva pelo povo.

By: Wikipédia

quarta-feira, 26 de março de 2008

Dragão


Dragões ou dragos (do grego drákon, δράκωυ) são criaturas presentes na mitologia dos mais diversos povos e civilizações. São representados como animais de grandes dimensões, normalmente de aspecto reptiliano (semelhantes a imensos lagartos ou serpentes), muitas vezes com asas, plumas, poderes mágicos ou hálito de fogo. A palavra dragão é originária do termo grego drakôn, usado para definir grandes serpentes.
Em vários mitos eles são apresentados literalmente como grandes serpentes, como eram inclusive a maioria dos primeiros dragões mitológicos, e em suas formações quiméricas mais comuns. A variedade de dragões existentes em histórias e mitos é enorme, abrangendo criaturas bem mais diversificadas. Apesar de serem presença comum no folclore de povos tão distantes como chineses ou europeus, os dragões assumem, em cada cultura, uma função e uma simbologia diferentes, podendo ser fontes sobrenaturais de sabedoria e força, ou simplesmente feras destruidoras.
Desconhecem-se evidências concretas que fundamentem a existência de dragões semelhantes aos construídos pelo imaginário dos diversos povos, porém existe um réptil chamado dragão-de-komodo que possui feições parecidas com os dragões da cultura européia, apesar da ausência de asas. Dentro dos registros paleontológicos, o que mais se aproximou foram os répteis voadores pterossauros.


By: Wikipédia

Seres fantásticos


Seres Fantásticos são (ou podem ser) animais que têm elementos sobrenaturais como cuspir fogo (caso do Dragão e do Tífano), um tamanho aberrante (Lochness e Kraken) ou ter partes de outros seres (esfinge e quimera). A existência de tal tipo de criaturas tem sido duvidosa para a ciência faz eras, mas há quem diga ter avistado Yéts e o Monstro do Lago Ness.
By: Wikipédia

domingo, 23 de março de 2008



Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo (Vitória sobre a morte) depois da sua morte por crucificação (ver Sexta-Feira Santa) que teria ocorrido nesta altura do ano em 30 ou 33 d.C. O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses a partir desta data até ao Pentecostes.
Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egipto (Portugal, PALOP's e Timor) Egito (Brasil).
A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.
A última ceia partilhada por Jesus e pelos discípulos é considerada, geralmente, um “seder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos atermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pesach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta festividade.
Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pesach(páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Eostremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o historiador inglês do século VII, Beda.


Origem dos Símbolos da Páscoa:
É sugerido por alguns historiadores que muitos dos atuais símbolos ligados à Páscoa (especialmente os ovos de chocolate, ovos coloridos e o coelhinho da Páscoa) são resquícios culturais da festividade de primavera em honra de Eostre que, depois, foram assimilados às celebrações cristãs do Pessach, depois da cristianização dos pagãos germânicos. Contudo, já os persas, romanos, judeus e armênios tinham o hábito de oferecer e receber ovos coloridos por esta época.
Ishtar tinha alguns rituais de caráter sexual, uma vez que era a deusa da fertilidade, outros rituais tinham a ver com libações e outras ofertas corporais.
Um ritual importante ocorria no equinócio da primavera, onde os participantes pintavam e decoravam ovos (símbolo da fertilidade) e os escondiam e enterravam em tocas nos campos. Este ritual foi adaptado pela Igreja Católica no principio do 1º milênio depois de Cristo, fundindo-a com outra festa popular da altura chamada de Páscoa. Mesmo assim, o ritual da decoração dos ovos de Páscoa mantém-se um pouco por todo o mundo nesta festa, quando ocorre o equinócio da primavera.

Ovo de Páscoa:
O hábito de dar ovos de verdade vem da tradição pagã. O hábito de trocar ovos de chocolate surgiu na França. Antes disso, eram usados ovos de galinha para celebrar a data.
A tradição de presentear com ovos - de verdade mesmo - é muito, muito antiga. Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza - lá eles têm até nome, pêssanka - em celebração à chegada da primavera.
Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-os com beterrabas.
Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.
Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.
Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus - o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorna) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.
Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.
Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate - iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maia e Asteca. A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole.


Boa Páscoa a todos:


Alemão - Ostern
Árabe - عيد الفصح (ʿĪdu l-Fiṣḥ)
Basco - Bazko
Búlgaro Пасха (Paskha)
Catalão - Pasqua
Espanhol - Pascua
Esperanto - Pasko
Finlandês - Pääsiäinen
Francês - Pâques
Friulano - Pasche
grego - Πάσχα (Páscha)
Inglês - Easter
Irlandês - Cáisg
Islandês - Paska
italiano - Pasqua
Latim - Pascha ou Festa Paschalia
Neerlandês - Pasen
Norueguês - Påske
Polonês - Wielkanoc
Português - Páscoa
Romeno - Paşti
Russo - Пасха (Paskha)
Sueco - Påsk


By: Wikipédia

quarta-feira, 12 de março de 2008

La vita è bella - music video

La vita e bella - (movietrailer)

Epica - Solitary Ground

A Vida é Bela


A Vida É Bela (La vita è bella, no original) é um filme italiano de 1997, do gênero comédia dramática, dirigido e protagonizado por Roberto Benigni.
O filme foi produzido pelo estúdio Melampo Cinematografica e distribuído por Miramax Films. A música é de Nicola Piovani; a direção de fotografia de Torino Delli Colli; o desenho de produção, direção de arte e o figurino de Danilo Donati; e a edição de Simona Paggi.


Enredo:
Na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial, Guido, filho de judeus, é mandado para um campo de concentração, juntamente com seu filho, o pequeno Josué. Guido é um homem simples, inteligente e espirituoso, um pai amoroso, e graças a isso consegue fazer com que seu filho acredite que ambos estão participando de um jogo, sem que o menino perceba o horror no qual estão inseridos.

Primeira parte:
A primeira parte do filme tem as características já peculires aos filmes de Benigni, no estilo pastelão, repleto de trapalhadas. Esta parte é centrada na comicidade romântica, na luta de Guido para conquistar sua principessa Dora. Embora esta porção do filme não seja considerada de grande impacto, ela é crucial para desenvolver o vínculo entre Guido e Dora, que será fundamental para criar o impacto dramático no restante das cenas.

Segunda parte:
Aos cinqüenta minutos o filme tem a passagem da comédia para o drama. Agora o ano é 1945, a guerra está em sua fase final, Guido e Dora têm um filho de cinco anos. É quando pai e filho são levados para o campo de concentração e inicia-se todo o empenho de Guido em esconder de seu filho o horror e os perigos que os cercam. Dora ao perceber que Guido havia sido levado, pede para também ser levada, embora não fosse judia, e teve seu pedido aceito.

Elenco e personagens:


Roberto Benigni .... Guido Orefice
Nicoletta Braschi .... Dora
Giorgio Cantarini .... Giosué Orefice
Giustino Durano .... tio de Guido
Sergio Bini Bustric .... Ferruccio Papini
Marisa Paredes .... mãe de Dora
Horst Buchholz .... dr. Lessing
Amerigo Fontani .... Rodolfo
Pietro De Silva .... Bartolomeo
Francesco Guzzo .... Vittorino


Principais prêmios e indicações:

Oscar 1999 (EUA)
Venceu nas categorias de Melhor Ator (Roberto Benigni), Melhor Filme em Língua Estrangeira e Melhor Canção Original.
Indicado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Montagem e Melhor Roteiro Original.
Festival de Cannes 1998 (França)
Recebeu o Grande Prêmio do Júri.
Indicado à
Palma de Ouro.
Prêmio César 1999 (França)
Recebeu o prêmio de Melhor Filme Estrangeiro.
Prêmio Goya (Espanha)
Venceu na categoria de Melhor Filme Europeu.
Prêmio Grammy (EUA)
Indicado na categoria de Melhor Composição Instrumental escrita para o Cinema.
Academia Japonesa de Cinema 2000 (Japão)
Indicado na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
BAFTA 1999 (Reino Unido)
Venceu na categoria de Melhor Atuação de um Ator em Papel Principal (Roberto Benigni).
Indicado nas categorias de Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Roteiro Original.
Prêmio David di Donatello 1998 (Itália)
Venceu nas categorias de Melhor Ator (Roberto Benigni), Melhor Fotografia, Melhor Figurino, Melhor Diretor, Melhor Filme, Melhor Produção, Melhor Cenografia e Melhor Roteiro.
Indicado na categoria de Melhor Músic.


Curiosidades:
A atriz Nicoletta Braschi, que fez o papel de Dora, mulher de Guido, é casada com o ator Roberto Benigni na vida real.
O Oscar de melhor ator que Roberto Benigni recebeu foi o segundo na história da academia em que um ator que dirigiu o filme também foi escolhido o melhor ator; a outra vez aconteceu em 1948, em Hamlet, quando Laurence Olivier foi o diretor e também o ator premiado.


By: Wikipédia

A Bela e o Monstro


Era uma vez um príncipe egoísta que um dia não prestou ajuda a uma velhinha que a solicitou. Só que esta era uma bruxa e gritou uma maldição:

- Julgas-me indefesa! Pela tua falta de piedade condeno-te a viver a partir de hoje como uma Besta. A transformação foi imediata! O destino da fera ficaria ligado ao de uma rosa encantada, que viveria até que ele chegasse aos 21 anos. Então os dois morreriam. A menos que alguém o amasse!

- Mas que mulher gostará de mim assim?Anos depois, numa aldeia próxima, já tinham esquecido o sucedido. Ali residia Bela, moça bonita, que gostava muito de ler e que era cortejada por diversos moços.Uma noite Maurício, o pai de Bela, perdeu-se no Bosque e, depois de muito caminhar, chegou ao castelo de Besta. Chamou, chamou e, como ninguém acorresse e a porta estivesse aberta, entrou e sentou-se junto da lareira, para se aquecer.

- Invadiste a minha casa, velho! - gritou Besta.

- Sou um inventor... suplicou Maurício.

- Juro que não direi a ninguém que o vi... Deixe-me ir embora...

- Cala-te. - rugiu Besta.

- És meu prisioneiro!Dias depois, Bela entrou no castelo, quando andava desesperada em busca do pai.

- Alguém me ouve? Besta apareceu e levou-a à cela do pai.

- Velho, vai-te embora, mas se contares a alguém o meu segredo, não verás mais a tua filha!Noite dentro, Besta lembrou-se que deveria conseguir o amor sincero de uma mulher... Mas como?Com pena de Bela, conduziu-a a um grande e confortável quarto. Deu-lhe de comer e portou-se com a máxima educação. E ofereceu-lhe um lindo vestido.No dia seguinte, ao entrar na biblioteca do castelo, ficou espantada.

- Nunca vi tantos livros. Já os leu todos?

- Não, respondeu Besta.

- Creio que é mais humano do que aparenta, senhor!Continuando o mostrar-lhe o castelo, entraram na sala aonde se encontrava a rosa mágica.

- Está a morrer! - gritou ela.

- E eu morro com ela! - disse tristemente Besta.Entretanto Bela voltou à aldeia, para salvar o pai que, por ser inventor, o povo achava louco. E no afã de apresentar argumentos falou do castelo e do seu dono, salientando a bondade deste. Mas ninguém acreditou nela. E os camponeses armaram-se com forquilhas e enxadas para matar Besta.Bela adiantou-se e, correndo quanto podia, conseguiu chegar primeiro ao castelo. E avisou o príncipe do perigo que o espreitava. Mas, já muito farto da vida que levava, ele não quis lutar. Um dos camponeses feriu-o com um punhal e empurrou-o de uma varanda do castelo.

- Vou ajudar-te! - gritou Bela.

- Não podes morrer!Correu até ao jardim e beijou com amor Besta, tentando reanimá-lo.Milagre, este voltou a ser o príncipe que antes fora. Mas nunca mais egoísta e cruel.O castelo encheu-se de vida. E logo depois veio a boda dos dois enamorados, que viveram felizes para sempre.

By: http://sotaodaines.chrome.pt/Sotao/histor27.html

quinta-feira, 6 de março de 2008

Mushroom Sculpture by Tecopia


Mushroom Sculpture by Tecopia
Upload feito originalmente por Tecopia

Angel w/ Squirrel by Tecopia


Angel w/ Squirrel by Tecopia
Upload feito originalmente por Tecopia

DISNEY ON ICE


Espectáculo Infantil/Famíliar

Março:

De 28 Quarta-Feira até 31 Sábado 20:00 [Sala Atlântico]

De 31 Sábado até 1 Abril Domingo 11:00 [Sala Atlântico]

Dia 31 Sábado 16:00 [Sala Atlântico]


Abril:

Dia 1 Domingo 15:00 [Sala Atlântico]

Dia 1 Domingo 19:00 [Sala Atlântico]



SOBRE O EVENTO

Sete Aventuras Mágicas com sete Princesas Disney!


Deixa-te levar pela magia das tuas Princesas Disney favoritas: a Cinderela, a Jasmine, a Ariel, a Bela Adormecida, a Belle, a Mulan e a Branca de Neve juntam-se para te proporcionar momentos únicos e inesquecíveis. Embarca já nesta viagem fantástica cheia de romance, aventura e diversão: como num golpe de magia, a pista converte-se num enorme castelo que se ergue e transforma em frente dos teus olhos. Com as mudanças de cenários o público é levado numa viagem à volta do mundo: voando com a Jasmine em volta de um castelo árabe, mergulhando com a Ariel no seu reino subaquático, ajudando a Flora a libertar a Bela Adormecida do seu feitiço diabólico e muito, muito mais! Cada cena toma vida com a música, a magia, os adereços incríveis e as coreografias de patinagem espectaculares das tuas Princesas Disney favoritas.


Idade Mínima: 3


Promotor: Ritmos & Blues


Início de venda de bilhetes: 07-12-2006 10:00:00

Fim de venda de bilhetes: 01-04-2007 22:00:00

Duração do espectáculo: 120 minutos

Balcão 2: € 15,00; Balcão 1: € 20,00; Rampa: € 20,00; Balcão 0: € 25,00; Plateia VIP: € 35,00.

By: Pavilhão Atlântico