quinta-feira, 29 de maio de 2008

terça-feira, 27 de maio de 2008

Say it with flowers


Mais uma ida ao teatro ver a peça: "Say it with flowers" de Gertrude Stein.



Encenação: António Pires.



Say It With Flowers é um espectáculo que tira partido da musicalidade das línguas portuguesa e inglesa, explorando as palavras não como instrumento de comunicação, mas sobretudo como material lúdico. A conjugação da banda sonora e das movimentações cénicas intensifica a dimensão coreográfica desta criação de António Pires, enquanto os espelhos volantes de João Mendes Ribeiro propiciam a permanente reconfiguração do espaço e a multiplicação de imagens das peculiares personagens de Gertrude Stein.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Carneirinho


Tal como todos os anos hoje realizou-se em Penafiel a Festa do Carneirinho. Uma tradição já antiga (1880) que não se perdeu.

O carneirinho é levado em procissão pelos alunos do 1º Ciclo para depois ser entregue ao professor primário no final do cortejo.



Para saberem mais:

http://www.cm-penafiel.pt/VSD/Penafiel/vPT/Publica/CentroComunicacao/Noticias/festascorpodedeus2007.htm



http://penafielterranossa.blogspot.com/2007/06/o-carneirinho.html

Close up Fairy


Close up Fairy
Upload feito originalmente por sweetimaginations

domingo, 18 de maio de 2008

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Fassbinder - Café

No Sábado mais uma ida ao Teatro...Ver uma peça chamada Fassbinder-Café.
Ficha técnica:
O Café [Das Kaffeehaus (1969)], de Rainer Werner Fassbinder.
Tradução: Claudia Fischer
Direcção: Nuno M Cardoso,
com a colaboração de: Ricardo Pais
Música: VortexSoundTech
Desenho de luz: Rui Simão
Interpretação: Fernando Moreira, Joana Manuel, João Castro, Jorge Mota, José Eduardo Silva, Lígia Roque, Marta Freitas, Paulo Freixinho, Pedro Almendra, Pedro Frias e Tatsumaki (música ao vivo)

Mestre de armas: Miguel Andrade Gomes
Preparação vocal e elocução: João Henriques
Assistente de encenação (estagiário): Pedro Ribeiro
Produção: TNSJ
Sinopse:
"Não é possível perceber se o café sabe bem a Don Marzio. Mas também não é para isso que se bebe o café de Ridolfo, para saber bem a quem quer que seja. É mero pretexto para conversas. E aqui as conversas valem muito, porque aquele café está bem situado, entre casa de jogo e bordel, e nele o gangster Trappolo serve os fregueses. Diz-se que tem dinheiro, ele próprio também o diz, conta histórias de minas de ouro descobertas no Arkansas e no Arizona – e sei lá mais quê… Seja como for, em breve Leander, que se apresenta como forasteiro e nobre, o suplantará em riqueza, porque há dias que aposta no nove nas mesas de Pandolfo e ganha dezoito vezes a quantia apostada. E Eugenio, o belo rapaz louro, tem de arrombar alguns santuários. Hoje são os brincos que ofereceu a Vittoria como prova de amor, e de que Marzio acaba de informar que foram depositados como penhor num joalheiro, contra algum dinheiro vivo. A conversa é escutada por Lisaura, que já entrou em intimidades com o conde Leander, acabado de entrar, e lhe pede o par de brincos como prova de fidelidade que ele entretanto já jurou a outra, da qual fugiu e que agora anda em busca dele. Chama-se Placida, e começa por fazer da sua vida um mistério, enquanto Trappolo faz da sua um drama e, imprudentemente, oferece a Don Marzio a sua fortuna para especulações. E o dinheiro é coisa que qualquer um gosta de esquecer quando o tem – pelo menos o lugar onde o foi buscar. E é um bom homem, aquele criado de mesa: ajudou Eugenio, para ele poder continuar a jogar e recuperar Vittoria, que antes o tinha deixado porque andava no jogo (e ainda por cima não ganhava).
Pandolfo bem gostaria de ver estes dois jovens, Eugenio e Vittoria, como herdeiros do seu salão de jogo, porque está endividado até ao pescoço – e até então lá foi engolindo a idade e as dívidas com umas xícaras de café na casa de Ridolfo. Mas agora está farto, tal como Ridolfo atrás do seu balcão, sem querer saber de criados nem de Deus Nosso Senhor. Pois semeou desejos de sobra, para que crescessem a ordem e a abundância. Trappolo deseja a amizade de Eugenio e paga; Leander paga e deseja a velha lei do poder só masculino; todos os desejos de Lisaura têm de se pagar; Vittoria deseja ter Eugenio de volta, e está disposta a pagar com trabalho no salão de Pandolfo. Placida deseja um homem chamado Flaminio Ardenti – e todos desejam paz e sossego. Com tantos desejos, que coisas são boas, que coisas são más? Seja como for, o conde Leander foge, o seu nome é Flaminio Ardenti, é ele quem Placida procura e acaba por encontrar; Trappolo continua a viver a tragédia da sua vida; Ridolfo paga as dívidas com as receitas do café; Don Marzio pode agora comprar Lisaura e é um bom homem, com ou sem dinheiro; Pandolfo tem Eugenio que tem Vittoria e os dois têm agora a casa de jogo de Pandolfo; um tem o bem merecido descanso, o outro tem o seu dinheiro ou o dinheiro de qualquer um, um tem romantismo e amor, o outro fidelidade e honestidade. Cada um ficou com uma fatiazinha do grande bolo, vive contente e bebe o seu café no estabelecimento de Ridolfo, onde ele não é melhor do que noutro lugar qualquer…"
* Citado por Botho Strauss – “Ein Traum von einem Stück und böse kleine Leute”. Theater Heute. Nr. 10 (Okt. 1969). p. 16.
Tradução João Barrento.

sábado, 10 de maio de 2008

sexta-feira, 9 de maio de 2008

A Dama do Mar



Hoje vai haver teatro :)...E lá vou eu!!!!

quarta-feira, 7 de maio de 2008

sexta-feira, 2 de maio de 2008



As fadas guardiãs

As fadas guardiãs dedicam muito de seu tempo e energia para preservar o equilíbrio da natureza. Afinal, quem de nós não se aborreceria se tivéssemos nossa casa saqueada, destruída ou suja pela mão de outras pessoas? É justamente para nos resguardarmos de qualquer tipo de invasão que nos gradeamos e colocamos mil aparatos eletrônicos em nossas casas. Não desejamos nada menos do que tranqüilidade e paz quando estamos reunidos com nossa família.
As fadas não pensam diferente e elas nos ensinam também, que não perdemos nada por sermos humildes. Aliás, as fadas não compreendem a excessiva auto-estima dos homens, que se crêem ser melhores que os outros. Normalmente elas tendem a desinflar a qualquer pessoa ou coisa que se vê excessivamente inflada. A verdadeira dignidade surge da bondade, de mostrar respeito e consideração consigo mesmo e com os demais.
Ao nos conectarmos com uma fada guardiã dos bosques, descobriremos à alegria de viver mais harmoniosamente com a natureza, com os demais e conosco mesmo. Cada um dos habitantes do País das Fadas está, a sua maneira, ajudando os mundos, o nosso e o seu, a encontrar o equilíbrio e a harmonia. Nós também estamos fazendo, cada um a sua maneira...
By: ROSANE VOLPATTO

As fadas

As fadas como espíritos femininos que são da natureza, sempre protegerão o meio em que vivem. Nos bosques europeus habitam umas jovens mulheres de grande beleza encarregadas pelos cuidados com a natureza. Dependendo da região em que habitam receberam um nome, embora as atribuições sejam sempre as mesmas.
Na Itália e nos Alpes, as aguanes aparecem como protetoras de seu território; nos bosques da Europa Central são as vile encarregadas para que os seres humanos não avance em seus domínios; enquanto que na Áustria, Alemanha e Suíça, são as seligen as guardiãs de seus bosques.
Nos Alpes italianos as aguanes são encarregadas de cuidar dos prados e das correntes de água. A aguane possui uma longa cabeleira, doce voz e grandes seios que alcançam até o joelho. Seu único defeito é ter os pés voltados para trás. Só é visível às sextas-feiras e junto aos rios, já que elege esse dia para em suas margens colocar sua roupa para secar.
Essa fada se diferencia das outras guardiãs por ser cortês com os homens, desde que eles se preocupem com a preservação da natureza. Caso não obedeçam seus ditames pode trocar a forma, convertendo-se numa mulher muito velha e feia que ataca os homens. Inclusive pode chegar a enrolar seus longos cabelos nas pernas do indivíduo e arrastá-lo para o fundo das águas e matá-lo. Também, conforme a gravidade da infração cometida pelo ser humano, pode carregá-lo até sua cova para violá-lo e depois devorá-lo.
Entretanto, se uma aguane encontra uma pessoa humilde e trabalhadora que necessita de ajuda, trabalhará no campo e conversará com ela. Nunca devemos temer uma aguane se mostrares intenções nobres. As fadas lêem nossas almas, melhor que nós, portanto é impossível enganá-las.
As vilys, vile ou vilas, são fadas de fascinante beleza que habitam a Europa Central. São reconhecidas por seus longos cabelos dourados que podem chegar até os pés. São altas, magras, flexíveis e sue olhos parece que brilham. Como a maioria das fadas dos bosques, podem apresentar algum defeito físico que contrasta com sua beleza. No caso, as vilas iugoslavas, possuem pés de cabra.
Elas gostam das alturas e buscam sempre viver naqueles bosques que se encontram na parte mais alta da montanha ou em picos escarpados, por isso são felizes nos Alpes e nos Balcanes. São conhecidas como as Senhoras ou Curadoras dos bosques, já que elas protegem também os seres que vivem nela de maneira bem obsessiva. Cuidam dos rebanhos, dos rios e das árvores. São tão integradas com a região que conhecem os nomes de todos os animais e se comunicam com eles em seu idioma. Se algum homem se atrever a ferir algum de seus animais protegidos, as vilas se mostram inflexíveis e podem chegar a matá-lo.
Porém, essa fada não é má, vingativa ou perigosa, o que faz e porque faz, é tão somente para defender os seus, assim como uma mãe humana protege seu bebê. Elas se comovem quando existe a boa intenção por parte dos homens ou possua um bom coração. Quando encontram um homem ferido no bosque, se utilizam de poções mágicas para curá-lo, desde que ele as chame de "as curadoras dos bosques", porém se o humano não lhe transmitir confiança, tratará da afastá-lo de seu território a qualquer preço.Compartilham com os homens os seus conhecimentos sobre plantas medicinais e ajudam na época da semeação.
Entre as fadas guardiãs dos bosques, as seligen, originárias do Tirol e que habitam os bosques australianos, alemães e suíços se destacam por sua bondade e compreensão da natureza humana. A palavra "selig" em alemão significa "bem-aventurada, bendita", que encaixa perfeitamente com o perfil dessas fadas.
A Selig é uma fada muito bela, de pele branca e cabeleira ruiva. Sua figura é muito esbelta podendo medir até cinqüenta centímetros de altura. Vive nos bosques, embaixo do solo ou em cabanas abandonadas. Pertencem a essa família entre outras as: wilden fraulein, as diales, as schnneefraulein e as dive.
De modo igual à todas as fadas dos bosques, as seligen protegem os bosques e os animais que com elas vivem e colaboram com os homens em suas tarefas.
São muito trabalhadoras, ordenham e guardam o gado, ajudam no campo, favorecem as colheitas para que cresçam depressa. Somente três atos podem levá-las à se afastarem do convívio humano: que a insultem, que a maldigam ou que as chamem pelo nome próprio. Nesses casos, elas então, desaparecem. Elas podem ser vistas correndo pelos bosques, descalças, brincando entre os galhos das árvores ou protegendo os cervos dos caçadores, porém as seligen não seguem a lei "olho por olho, dente por dente" como as outras fadas. Elas são menos rigorosas e podem surpreender um caçador que disparando sobre um animal, teria sua arma empurrada para que não acerte o disparo.
As seligen gostam muito de dançar, de brincar, mas o que mais desejam é viver em paz.
By: Rosane Volpatto