domingo, 28 de junho de 2009

Mad hatter - Alice in wonderland












Novo filme com Johnny Depp e dirigido por Tim Burton, mais uma versão de "Alice no país das maravilhas". Depp aparece ao lado de Anne Hathaway como The White Queen, Helena Bonham Carter como The Red Queen. E ainda: Michael Sheen, Mia Wasikowska, Matt Lucas, Crispin Glover, Stephen Fry and Alan Rickman.
Imagens by: Disney

segunda-feira, 1 de junho de 2009

The Proclaimers - (I'm gonna be) 500 miles! Live Acoustic

Ariadna na abertura do FITEI


Em 2009, o FITEI – Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica celebra a sua 32ª edição. Na abertura do programa os Atalaya com “Ariadna”, espectáculo com honras de abertura.

Ariadna foi escrita por Carlos Iniesta, falecido no ano passado, Ariadna é a terceira parte da trilogia sobre as heroínas da tragédia grega, iniciada com Elektra e seguida de Medea, a Estrangeira. Ariadna, filha do rei Minos, de Creta, foge com Teseu, depois de o ter ajudado a matar o Minotauro, refugiando-se na Ilha de Naxos. Lá, é abandonada por este e seduzida pelo deus Dionísio. A mitologia como forma de pensar a humanidade é também aqui um elogio à rebeldia e à liberdade feminina. Esta produção foi já considerada pela crítica especializada espanhola a melhor da companhia andaluz. Prémio Nacional de Teatro 2008, em Espanha.

A falecida Vapt Vupt


"A Falecida Vapt Vupt" esteve em cena no Teatro S. João, no Porto, até dia 24 de Maio. Trata-se da quinta encenação que o brasileiro Antunes Filho faz da peça homónima do seu compatriota Nelson Rodrigues.


Antunes Filho falou no Teatro Nacional de S. João (TNSJ), no Porto, num intervalo dos ensaios da peça "A Falecida", de Nelson Rodrigues, que estreou em 1965 e à qual regressa, pela quinta vez, 44 anos depois.

A peça, nesta nova versão com o título "A Falecida Vapt Vupt", passa-se no norte do Rio de Janeiro, uma zona muito deprimida, "onde há muita indigência e malandragem". É feita "dos sonhos de uma mulher que, no seu abandono, sonha com um enterro de luxo para compensar toda a sua miséria existencial". "É uma comédia de costumes, mas é também uma tragédia humana de alguém que nunca teve nada e ambiciona um enterro de luxo para, na morte, dar sentido ao que ela pensa ser a vida. É terrível, irónico, mas terrível", disse o encenador. Antunes Filho encenou esta peça pela primeira vez em 1965, tendo-a repetido em 1982, 1984 e 1989.