quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

His Dark Materials: The Golden Compass - Official Trailer

A Bússola Dourada / The Golden Compass

Realização:
Chris Weitz
 
Intérpretes:
Nicole Kidman, Daniel Craig, Eva Green, Christopher Lee, Ian McKellen, Kathy Bates, Dakota Blue Richards...

The Golden Compass ( A Bússola Dourada em Portugal) é um filme britânico-estaduniense de 2007 dirigido por Chris Weitz. É baseado no livro Northern Lights (Philip Pullman), da trilogia His Dark Materials de Philip Pullman, que co-assina o roteiro com o director.

Sinopse:
Lyra Belacqua (Dakota Blue Richards) é uma órfã que foi criada na Universidade Jordan. No mundo em que vive todas as pessoas têm um daemon, ou seja, uma manifestação de sua própria alma em forma animal.
Lyra leva uma vida tranquila até que ela e seu daemon, Pantalaimon, descobrirem a existência de uma substância misteriosa chamada Pó, que provoca um estranho efeito nas crianças, o que faz com que as autoridades religiosas se convençam de que representa o mal.



By: Wikipédia





domingo, 31 de outubro de 2010

The Sacrifice - Michael Nyman

The Chieftains

Clannad - Eleanor Plunkett

Seether Feat Amy Lee - Broken [Live @ Rock In Rio 2004] HD

Sally's Song - Amy lee [With Lyrics!]

Halloween






 
Halloween é o nome original na língua inglesa é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxónicos , com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos (não existe referências de onde surgiram essas celebrações).

A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as Ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase "Gostosuras ou travessuras", exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão (samhain significa literalmente "fim do verão").
A celebração do Halloween tem duas origens que no transcurso da História foram se misturando:
Origem Pagã
A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). A "festa dos mortos" era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para nós seriam "o céu e a terra" (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era celebrava com ritos presididos pelos sacerdotes druidas, que actuavam como "médiuns" entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.
Origem Católica
Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar "Todos os Mártires". Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (Panteão) num templo cristão e o dedicou a "Todos os Santos", a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III(† 741) mudou a data para 1º de Novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de Outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s EveAll Hallowed Eve e "All Hallow Een""Halloween". (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas até chegar à palavra atual

Etimologia

Posto que, entre o pôr-do-sol do dia 31 de Outubro e 1° de Novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), acredita-se que assim se deu origem ao nome actual da festa: Hallow EveningHallowe'enHalloween. Rapidamente se conclui que o termo "Dia das bruxas" não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo essa uma designação apenas dos povos de língua oficial portuguesa.
Outra hipótese é que a Igreja Católica tenha tentado eliminar a festa pagã do Samhain instituindo restrições na véspera do Dia de Todos os Santos. Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como All Hallows' Eve.
A relação da comemoração desta data com as bruxas propriamente ditas teria começado na Idade Média no seguimento das perseguições incitadas por líderes políticos e religiosos, sendo conduzidos julgamentos pela Inquisição, com o intuito de condenar os homens ou mulheres que fossem considerados curandeiros e/ou pagãos. Todos os que fossem alvo de tal suspeita eram designados por bruxos ou bruxas, com elevado sentido negativo e pejorativo, devendo ser julgados pelo tribunal do Santo Ofício e, na maioria das vezes, queimados na fogueira nos designados autos-de-fé.
Essa designação se perpetuou e a comemoração do halloween, levada até aos Estados Unidos pelos emigrantes irlandeses (povo de etnia e cultura celta) no século XIX, ficou assim conhecida como "dia das bruxas", uma lenda histórica.

Actualmente

Se analisarmos o modo como o Halloween é celebrado hoje, veremos que pouco tem a ver com as suas origens: só restou uma alusão aos mortos, mas com um carácter completamente distinto do que tinha ao princípio. Além disso foi sendo pouco a pouco incorporada toda uma série de elementos estranhos tanto à festa de Finados como à de Todos os Santos.
Entre os elementos acrescidos, temos por exemplo o costume dos "disfarces", muito possivelmente nascido na França entre os séculos XIV e XV. Nessa época a Europa foi flagelada pela Peste Negra e a peste bubônica dizimou perto da metade da população do Continente, criando entre os católicos um grande temor e preocupação com a morte. Multiplicaram se as Missas na festa dos Fiéis Defuntos e nasceram muitas representações artísticas que recordavam às pessoas a sua própria mortalidade, algumas dessas representações eram conhecidas como danças da morte ou danças macabras.
Alguns fiéis, dotados de um espírito mais burlesco, costumavam adornar na véspera da festa de finados as paredes dos cemitérios com imagens do diabo puxando uma fila de pessoas para a tumba: papas, reis, damas, cavaleiros, monges, camponeses, leprosos, etc. (afinal, a morte não respeita ninguém). Também eram feitas representações cénicas, com pessoas disfarçadas de personalidades famosas e personificando inclusive a morte, à qual todos deveriam chegar. Possivelmente, a tradição de pedir um doce, sob ameaça de fazer uma travessura (trick or treat, "doce ou travessura"), teve origem na Inglaterra, no período da perseguição protestante contra os católicos (1500 1700). Nesse período, os católicos ingleses foram privados dos seus direitos legais e não podiam exercer nenhum cargo público. Além disso, foram lhes infligidas multas, altos impostos e até mesmo a prisão. Celebrar a missa era passível da pena capital e centenas de sacerdotes foram martirizados.Produto dessa perseguição foi a tentativa de atentado contra o rei protestante Jorge I. O plano, conhecido como Gunpowder Plot ("Conspiração da pólvora"), era fazer explodir o Parlamento, matando o rei, e assim dar início a um levante dos católicos oprimidos. A trama foi descoberta em 5 de Novembro de 1605, quando um católico converso chamado Guy Fawkes foi apanhado guardando pólvora na sua casa, tendo sido enforcado logo em seguida. Em pouco tempo a data converteu se numa grande festa na Inglaterra (que perdura até hoje): muitos protestantes a celebravam usando máscaras e visitando as casas dos católicos para exigir deles cerveja e pastéis, dizendo lhes: trick or treat(doce ou travessuras). Mais tarde, a comemoração do dia de Guy Fawkes chegou à América trazida pelos primeiros colonos, que a transferiram para o dia 31 de Outubro, unindo a com a festa do Halloween, que havia sido introduzida no país pelos imigrantes irlandeses.Vemos, portanto, que a atcual festa do Halloween é produto da mescla de muitas tradições, trazidas pelos colonos no século XVIII para os Estados Unidos e ali integradas de modo peculiar na sua cultura. Muitas delas já foram esquecidas na Europa

Novos elementos do Halloween

A celebração do 31 de Outubro, muito possivelmente em virtude da sua origem como festa dos druidas, vem sendo ultimamente promovida por diversos grupos neo-pagãos, e em alguns casos assume o carácter de celebração ocultista. Hollywood fornece vários filmes, entre os quais se destaca a série Halloween, na qual a violência plástica e os assassinatos acabam por criar no espectador um estado de angústia e ansiedade. Muitos desses filmes, apesar das restrições de exibição, acabam sendo vistos por crianças, gerando nelas o medo e uma ideia errónea da realidade. Porém, não existe ligação dessa festa com o mal. Na celebração actual do Halloween, podemos notar a presença de muitos elementos ligados ao folclore em torno da bruxaria. As fantasias, enfeites e outros itens comercializados por ocasião dessa festa estão repletos de bruxas, gatos pretos, vampiros, fantasmas e monstros, no entanto isso não reflecte a realidade pagã.

By: Wikipedia

This Is Halloween

Jack's Lament - The nightmare before Christmas

Halloween Music Vid - "Grim Grinning Ghosts"

Old Hag You Have Killed Me - The Bothy Band

Altan-John Doherty's reels

Capercaillie - Ailein Duinn

Clannad - Two Sisters

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Fala da criada dos noailles


Autoria e encenação: Jorge Silva Melo  
Cenografia e figurino: Rita Lopes Alves

"Há um final apoteótico, com os fantasmas de 32 mecenas a invadir a cena, entre eles Peggy Guggenheim, Calouste Gulbenkian, Catarina da Rússia, e mais um, o conde Charles de Noailles, que no Natal de 1929 deu carta branca a Luis Buñuel para realizar L’Âge d’Or, filme-escândalo que agitou a sociedade parisiense de então. Livremente inspirada em O Meu Último Suspiro, livro de memórias do realizador espanhol, e nas botinas do seu Diário de uma Criada de Quarto, esta “pequena paródia” de Jorge Silva Melo foi um dos “divertimentos” lidos em 2007 em Mecenas, Mecenas, evento onde se teatralizaram as relações entre mecenas e artistas, casais eternamente condenados à suspeição e ao amor. Numa noite do Inverno de 1975, uma criada anuncia a visita de Buñuel ao palacete de Hyères, onde ainda vive o conde de Noailles, oportunidade para rememorar os loucos anos 20 e o seu perfume de libertinagem sexual e artística. Mas as jóias de família já se foram, as lâmpadas do lustre fundiram-se, a gripe surrealista deu lugar ao colesterol. Para que serve a arte, e o dinheiro? A resposta, provocatória, surge numa cantiga/apêndice desta Fala da criada dos Noailles que no fim de contas vamos descobrir chamar-se também Séverine numa noite do Inverno de 1975 em Hyères: “A arte não serve para nada. Só para gastar dinheiro”. "

By: TNSJ

A Gaivota


De Anton Tchékhov encenação Nuno Cardoso, no teatro Nacional de São João.

"A estreia foi um fiasco, em São Petersburgo, corria o ano de 1896. Reza a história que Anton Tchékhov abandonou o teatro jurando a si mesmo não voltar a escrever para o palco. No final da temporada, a peça era já um êxito e acabaria por se tornar o emblema do Teatro de Arte de Moscovo de Stanislavski e companhia. Que assim tenha acontecido não deverá surpreender, pois que é a contradição – entre sucesso e fracasso, como entre sonho e realidade ou entre as convenções e as “novas formas” – que atravessa A Gaivota, peça com que o TNSJ abre a temporada 2010/2011. Rodeado pelos seus mais regulares colaboradores, Nuno Cardoso acerca-se deste teatro que fala de si próprio e ama a vida toda, acrescentando à sua galeria de belos vencidos as personagens de Tréplev, Arkádina, Nina e Trigórin – criaturas que persistem em colocar a fasquia da existência muito acima da sua capacidade de impulsão, gente irresistivelmente votada ao fracasso, ou a descobrir a insuficiência de todo o êxito. É o regresso de Nuno Cardoso ao universo do dramaturgo russo, depois de nos ter surpreendido com Platónov, produção do TNSJ considerada pelo jornal Público como o melhor espectáculo teatral de 2008, também merecedora de uma Menção Especial da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro. “Subimos o pano às nove e meia em ponto, quando nasce a lua.”"

By: TNSJ

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Bruno Trofs - Escultor

Bruno Trofs nasceu na América do Sul e aos quinze anos emigrou com a família para a Europa.
Perto de Melbourne (Austrália), numa pequena cidade chamada Marysville, podemos encontrar um jardim constituído por uma grande parte de floresta tropical - "O jardim Secreto de Bruno Torfs". Mais aqui: http://www.brunosart.com/




sexta-feira, 23 de julho de 2010

Cluricaun


O cluricaun (pronuncia-se /KLU-ra-Kãn/), ou clobhair-ceann na região de O'Kearney, é uma criatura do folclore irlandês muito semelhante ao seu primo, o leprechaun. Há inclusivé autores que indicam que os cluricaun sejam uma "forma diferente" do leprechaun, assumida por este após seu trabalho diário ou em certos momentos do ano. Acredita-se que vivam sempre consumindo bebidas alcoólicas ou bêbados mas, ao contrário dos leprechaun, costumam ser solitários e insociáveis. Durante as suas bebedeiras, gostam de montar em ovelhas, carneiros e cachorros como se estes fossem cavalos e cavalgá-los freneticamente pela noite. Se forem bem tratados por um humano protejerão a sua adega de vinhos e a sua casa. No entanto, se forem  maltratados, irão destruir a propriedade do agressor, bem como furtar ou derramar o seu vinho.

By: Wikipédia

Leprechaun




Figura mitológica do folclore da Irlanda, o leprechaun (pronuncia-se /LÉP-re-káum/) é apresentado como um diminuto homenzinho, sempre ocupado a trabalhar no meio das folhas de um arbusto. Ele é tido como o sapateiro do povo das fadas. Também são conhecidos pelos nomes de Duendes ou Gnomos.



Os leprechauns são considerados guardiões ou conhecedores da localização de vários tesouros escondidos. Para obter tais tesouros (normalmente um pote de ouro) é preciso capturar um leprechaun e não perdê-lo nunca de vista. Caso contrário, ele desaparece no ar. Como diz Brian Froud, "Como acontece com todos esses seres (encantados), é importante que você veja o leprechaun, ou duende irlandês, antes que ele o veja, pois ele se torna então mais cooperativo e talvez possa até levá-lo a um de seus potes de ouro escondido. Mas ele é muito astuto e traquina, capaz de desaparecer num piscar de olhos". Acredita-se que eles também tenham uma moeda de prata mágica, que volta a sua bolsa, depois de ser gasta.
Os leprechauns são descritos como alegres e vestidos à maneira antiga, com roupas verdes, um barrete vermelho ou um estranho chapéu de três pontas, avental de couro e sapatos com fivelas.
Esses duendes são frequentemente associados ou confundidos com os cluricaun, criaturas mágicas que habitam adegas e depósitos de vinho. Segundo alguns autores estes dois seres encantados poderiam até ser duas formas diferentes do mesmo ser, tomadas em diferentes momentos do dia ou do ano.
O nome leprechaun é possívelmente originário do Gaélico luacharma'n, significando meio-corpo (no sentido de pequeno) ou leith brogan que significa sapateiro. Outra interpretação para a origem do termo seria a de que leprechaun vem de Luch-chromain, Gaélico para "pequeno Lugh corcunda"



O leprechaun aparece nas lendas e folclore irlandês. Lá, é conhecido como um pequeno homem de roupas verdes, bigode, olhar simpático e um cachimbo na boca. Geralmente vivem em pequenos arbustos, em bosques ou florestas. São conhecidos por serem os sapateiros das fadas, e, diz-se que fazem só dois sapatos por ano. Os Leprechauns não gostam de humanos e têm medo deles, mas quando os vêm com boas intenções, eles dão-lhes um par de sapatos. Os sapatos que eles fazem são muito bonitos e são feitos de materiais naturais, tais como, flores e gotas de orvalho. Além do seu cachimbo, estão sempre acompanhados pelo seu pequeno, velho e gasto martelo. O Leprechaun é muito pequeno, pois tem apenas, 30 a 50 cm.



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Ghob

Anão


Ghob



Goblin


Duende

O Rei Ghob fornece os poderes mágicos aos gnomos, e a força para que eles consigam proteger os tesouros secretos da humanidade. Era poderoso e comanda todo o mundo místico dos gnomos e duendes. Na mitologia celta, seu equivalente é a rainha Mabi. Ghob, é o Rei da Terra, e mostra-se solidamente. É atarracado, pesado e denso; aparece na imagem tradicional do gnomo, ou “goblin”, transparecendo idade avançada, força animal e uma grande sensação de “peso” intrínseco.

Os gnomos são espíritos de pequena estatura amplamente conhecidos e descritos entre os seres elementais da terra. A origem das lendas dos gnomos terá muito provavelmente sido no oriente e influenciado de forma decisiva a cultura antiga da Escandinávia.
Com a evolução dos contos, o gnomo tornou-se na imaginação popular um anão, senão um ser muito pequeno com poucos centímetros de altura. É comum serem representados como seres mágicos não só protectores da natureza e dos seus segredos como dos jardins, aparecendo como ornamento. Usam barretes vermelhos e barbas brancas, trajando por vezes túnicas azuis ou de cores suaves. Na mitologia nórdica, os gnomos confundem-se com a tradição dos anões, pelo que não é invulgar associa-los a seres que habitam as cavernas ou grutas escuras e não suportam a luz do sol. No conceito geral, têm a capacidade de penetrar em todos os poros de terra e até de se introduzirem nas raízes das montanhas, explorando os mais ricos minérios ocultos e trabalhando-os com intenso e delicado labor. Como são difíceis de ver, simbolizam o ser invisível que através do inconsciente ou da imaginação e visão onírica tornam visíveis os objectos e materiais desejados pela cobiça humana. São os guardiões de tesouros íntimos da humanidade. Por vezes um gnomo capturado pode conceder desejos a um humano que o capture, mas a maioria das vezes o desejo realizado pode acabar por se tornar uma maldição. Tal atitude deve-se ao facto que um gnomo castiga com ardis o ser que odeia e, por isso, na imaginação popular da cultura europeia mediterrânea o gnomo é feio, disforme e malicioso.

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